2 de maio de 2010

A Fé de uma Mãe...

A fé de uma mãe

Ela já tinha tentado de tudo para ajudar sua filha. Como último recurso, aquela mãe saiu do seu país disposta a tudo para encontrar uma solução. Tinha sua filha uma doença incurável? Comportamento agressivo? Estava fora de si? Na prostituição? Algo pior? Tudo o que sabemos é que a filha daquela mãe cananéia estava “horrivelmente endemoninhada”.

No desespero, ela teve que deixar a filha e ir em busca de socorro.

Aquela mãe ouviu falar de Jesus. Mas havia um problema. Esse “Jesus” era judeu. Os judeus eram inimigos número um dos cananeus. Na verdade, para os judeus, os cananeus eram uma raça amaldiçoada. “Ele não vai me atender,” com certeza ela pensou. Mas como não tinha outra saída, ela decidiu arriscar.

Quando chegou até Ele, uma reação um tanto inesperada pelo leitor do Evangelho: total indiferença do Senhor Jesus para com a mulher. Mas como ela estava decidida a não voltar pra casa sem uma solução, o Senhor a atendeu.

“Pode me chamar de cachorrinho, não me importo. Conquanto que ajude a minha filha!”

Pronto.

Na mesma hora, o demônio saiu da menina e ela ficou sã.

Quando uma família passa por lutas, ninguém sofre como a mãe. Mas a fé de mãe também é especial. E por isso a mãe também é especial para Deus.

A aparente indiferença do Senhor Jesus à sua dor, mãe, nada mais é do que uma oportunidade de você insistir e usar a sua fé!

Texto escrito por: Bispo Renato Cardoso;
baseado em Marcos 15:22-28

6 de abril de 2010

DIFERENTE???

Normalmente falamos de alguém que não corresponda ao nosso perfil (não seja igual a nós), que esta pessoa é “meio diferente”.Bom, o questionamento é; diferente do que? Ou de quem?Cabem aqui algumas dúvidas:Estas pessoas são diferentes de nós ou do que entendemos que é o certo?Nossa incapacidade de entender as pessoas que são diferentes de nós, tem a ver como uma vontade genuína de entendê-las e aceitá-las como são, ou esta incapacidade de entender estas pessoas esta ligada a certa “aversão pelo diferente” ainda que este sentimento seja inconsciente.Precisamos realmente buscar dentro do nosso coração quais destas duas “bases” estão guardadas no nosso sub-consciente.Não é porque alguém é tatuado, ou é cabeludo, ou tem um visual diferente do nosso, esta pessoa deve ser alvo da nossa incompreensão.Temos uma fortíssima tendência de confundir caráter com aparência física.Os religiosos de um modo geral são bons nisso, ou seja, tem uma grande facilidade de achar que o caráter e a condição espiritual, têm a ver com o perfil pessoal, biótipo ou estilo, e todos nós sabemos que isso não é verdade.Uma coisa é o meu estilo de me vestir, outra coisa é a minha experiência empírica com DEUS e com a sociedade a minha volta, e é dessa experiência que advêm o meu caráter.Em outras palavras, pra começarmos a discussão é obrigatório saber que todos somos iguais independente da maneira que nos vestimos, ou do estilo que adotamos e isso nada tem a ver com caráter.No próximo post vamos discutir estas diferenças a luz da ética e do comportamento

Bom neste segundo e ultimo post sobre este tema eu queria abordar a questão da aparência em contraste com o caráter.Vejamos; ontem ví um garoto muito meio mal vestido aparentando quase um delinqüente, eu em minha visão contaminada e míope logo julguei seu estilo, pois este garoto é casado com a filha de uma amiga nossa. A tempo e a hora minha mulher me corrigiu dizendo que se tratava de um bom rapaz, etc.Fiquei decepcionado comigo mesmo, tinha acabado de fazer algo que acho repugnante, do qual muitas vezes tenho sido vítima inclusive.Bom, ai está algo difícil de conciliar a imagem e o caráter. pois um não revela o outro.È possível acreditar que um cara de terno e gravata seja um bom caráter? Não, basta para isso ver nossos políticos.O grande problema é que se confunde muitas vezes caráter com personalidade.Caratê é uma coisa personalidade é outra.Um bom exemplo disso é a personalidade do técnico de futebol Wanderlei Luxenburgo, ele sempre foi criticado porque desde sempre esteve à beira do campo comandando seus jogadores de terno e gravata, enquanto que os outros treinadores sempre se apresentavam em trajes mais despojados.Ora esta é a personalidade dele, um cara vaidoso que gosta de se vestir bem, agora, se ele é um bom caráter ou não, isso nós não sabemos.Muitas vezes julgamos pela idade (sou vítima constante disso) quem disse que uma pessoa acima dos quarenta anos não pode usar roupas que normalmente os de faixa etária menor usam? É lógico que devemos guardar as devidas proporções.Mas, neste caso o que ocorre é um preconceito absurdo e inaceitável.Ora se alguém tem ou não corpo ou porte físico pra este tipo de roupa ou para aquele tipo de roupa não somos nós que devemos julgar, esse tipo de avaliação cabe somente a própria pessoa ou a seu conjugue e a ninguém mais.Algo horrível é a ditadura da moda, as pessoas deixam se levar por ela cegamente, sem com isso “olharem” para a sua própria personalidade, uma dica que eu dou é :NUNCA PERMITA QUE OUTRAS PESSOAS DETERMINEM O QUE VOCÊ DEVE VESTIR OU QUAL DEVE SER O SEU ESTILO, ISSO É UM PROBLEMA SEU, OUTRAS PESSOAS NÃO TÊEM ESTE DIREITO, é óbvio que existem limites que não devem ser ultrapassados, no entanto, cada um deve saber qual é o seu limite.Penso que neste caso a reflexão que fica é, caráter, personalidade e estilo são coisas distintas, neste caso não podemos e não devemos julgar alguém a partir destes conceitos isoladamente, na verdade NUNCA DEVEMOS JULGAR NINGUÉM, seja alguém semelhante a nós, ou seja alguém diferente de nós, a nossa lei maior diz que “TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI”, e o CRISTO tratou a todos de maneira igual, somente perdeu a paciência com um grupo específico de pessoas, justamente aqueles que eram chamados de religiosos e por conta disso se achavam no direito de julgar aqueles que lhes pareciam diferentes. O Grande Mestre JESUS nos ensinou que até mesmo uma mulher apanhada em flagrante adultério, necessitava ser tratada com respeito e sem preconceito algum, prostitutas e ladrões também tiveram o mesmo tratamento respeitoso e igualitário.Que bom se conseguirmos olhar a nossa volta com o entendimento que, apesar de diferentes um do outro todos carecemos da mesma coisa...Do AMOR E DA GRAÇA DIVINA sobre cada um de nós, independente de cor, raça, religião, sexo, estilo, personalidade ou caráter. JR





(Mensagem postada pelo J.R, Um grande Homem de Deus. J.R muito obrigada por fazer parte da nossa Familia. A FAMILIA ZION!)